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Investimento em Ijuí é destacado por ministro

Postada 12/07/2021



“Nós precisamos reinserir o Rio Grande do Sul nas ferrovias, conectar a malha ferroviária do Estado pelo resto do Brasil." É com esta afirmação que o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou os investimentos em logística que o governo federal intenciona fazer no Estado.
A informação fez parte do pronunciamento do ministro, durante o recebimento da Medalha do Mérito Farroupilha, maior distinção do Parlamento gaúcho, concedida pela Assembleia Legislativa, ontem, por iniciativa  dos deputados estaduais Ernani Polo (Progressistas) e Tenente-coronel Zucco (PSL). A cerimônia ocorreu no Teatro Dante Barone com a presença de autoridades, entre elas o prefeito de Ijuí, Andrei Cossetin.
Freitas pontuou os projetos para o Rio Grande do Sul, como a extensão da BR-448 até Portão, a duplicação da BR-285, a travessia urbana em Ijuí, a ponte sobre o Arroio Ibicuí na BR-472, a construção da nova ponte em Jaguarão e a dragagem da Lagoa Mirim. "O Brasil está caminhando para abrir espaços orçamentários para investir em infraestrutura. Quando isso acontecer, os projetos estarão prontos", assegurou.
Ao se referir à ferrovia Norte-Sul concedida à iniciativa privada em março de 2019 - praticamente concluída, e até o final do ano irá operar ligando o Porto de Itaqui ao de Santos -, e que não deverá incluir o Porto de Rio Grande, Freitas informou os planos da pasta para aquela região.
“Temos alternativa mais viável, que é, por meio da renovação antecipada do contrato da Malha Sul, trazer uma carga enorme de investimentos e recuperar toda aquela malha. Estamos planejando a repontecialização  do ramal de Cruz Alta e do ramal de Uruguaiana, e a ligação ferroviária delas com Cacequi e o Porto de Rio Grande, e a recuperação de todo o tronco Sul, passando por Porto Alegre, Santa Catarina, Paraná até se conectar em São Paulo. No final das contas, vamos ligar, por via ferroviária, o Porto de Rio Grande ao de Santos. Esse projeto está bem adiantado, na fase do plano de negócios para ver quais investimentos iremos fazer, na eliminação de conflitos ferrovia-cidade, segregação de linhas, passagens em desnível, contornos ferroviários, além da substituição de trilhos, para que possamos adequá-la ao que tem de mais moderno em materiais.  E isso irá reinserir o Estado no contexto ferroviário, fará uma diferença enorme para quem está nas cidades e ao Porto que será cada vez maior, mais competitivo, mais importante."
 
* Leia a matéria na íntegra na edição impressa do Jornal da Manhã


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