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Saúde

Cosems irá organizar mutirões de vacinação

Postada 10/06/2021



Não aquisição de vacinas, no prazo em que deveria ter ocorrido, a demora na chegada, depois, a falta de insumos para sua fabricação e o escalonamento de grupos prioritários e as constantes alterações fazem parte do primeiro cenário relativo à imunização da população brasileira contra a covid-19. A análise é do secretário executivo da Associação de Secretários de Saúde do Estado (Cosems-RS), Diego Espíndola.
"São várias frentes que vemos que podem aumentar a capacidade de vacinas. Sempre dizemos: nos deem vacinas que os municípios fazem a diferença. É isso que pedimos hoje ao Ministério da Saúde", afirmou, ao JM.
Estudo aponta que, para ser cumprida a promessa do governador gaúcho, Eduardo Leite, de que até setembro a população adulta do Estado será vacinada, é preciso acelerar o atual processo de imunização em, pelo menos, 80%.
"É bem tranquilo, desde que a gente tenha quantitativo alto.   Nessa semana, acho que é uma das maiores quantidades de Pfizer que chega ao Estado, a Fiocruz também deve chegar. Somadas deve totalizar mais de 500 mil doses. Tendo essa entrega periódica, certamente, essa promessa não é somente do governador, mas do Cosems gaúcho. Somente pedimos ao Ministério da Saúde que nos mande doses, o restante nós fazemos", reafirmou Espíndola, acrescentando que, se for necessário, serão realizados mutirões nos fins de semana e feriados. "Quando tem vacina, não paramos, pois fazemos até termos os estoques zerados: vacina é para estar nos braços e não nas geladeiras."
Embora importantes lideranças políticas em âmbito federal tenham desestimulado a manutenção das medidas sanitárias de prevenção à covid-19, Espíndola frisa que elas são fundamentais para evitar a propagação do vírus. 
 


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