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A conexão da terceira idade com o rádio

Postada 21/09/2021



Como símbolo de uma cultura, o rádio se popularizou pelo território brasileiro, transformando-se em algo popular, voltado, principalmente, ao entretenimento dos ouvintes.  
O meio de comunicação faz parte do cotidiano de muitas famílias e representa um importante instrumento formador de opinião e uma referência para comportamentos e modos de consumo.
Mesmo com o surgimento de novas tecnologias de comunicação, o rádio ainda permanece como um companheiro de todas as horas para alguns idosos, demonstrando o caráter afetivo do veículo. 
A comunicação tem o poder de transformar vários setores da sociedade. É nisso que acredita o ouvinte Alberi Marques da Silva, 73  anos. 
“Eu sempre tive o meu rádio como um amigo, assim que acaba as suas pilhas já vou correndo comprar novas, não posso ficar sem. Assim que acordo eu ligo ele para escutar as principais notícias que aconteceram durante a madrugada, e ele segue ligado durante o dia”, destaca.  
Alberi ainda completa que esse é um meio de comunicação em que ele mais confia para se manter informado.
“Faz parte da minha rotina estar sintonizado. Quando vou viajar, eu levo o meu rádio junto. Os jovens deveriam escutar mais para saber as notícias da nossa cidade e região. Hoje em dia, temos os aplicativos que tornam mais fácil o acesso”. 
O rádio é visto como um companheiro e uma das ocupações preferidas da terceira idade. A sua importância no meio social leva em conta características de linguagem, sendo que é através dela que este veículo seduz e cativa seus ouvintes. 
A cultura radiofônica é tratada com muito respeito entre os idosos. Ela teve uma influência na formação das suas identidades e de conceitos sociais. Segundo a apaixonada pelo rádio, Lidoni Kattque, 73 anos, esse é um hábito que ela tem desde criança quando escutava em casa com os pais.
“Eu gosto muito do rádio. Quando acordo a primeira coisa que faço é ligar ele e fazer o meu chimarrão. Ele segue ligado durante todo o meu dia. Enquanto faço meus trabalhos em casa, ele é meu companheiro. Eu escuto os programas de música e notícias”, reforça.   
* Leia a matéria na íntegra na edição impressa do Jornal da Manhã 


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