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Saúde

Saúde visa economizar até R$ 100 mil com mudança

Postada 01/02/2021



A estrutura da Secretaria Municipal de Saúde está sendo adaptada para receber os equipamentos do Centro de Triagem, que deverá entrar em funcionamento no novo local em 8 de fevereiro. O atual contrato encerra-se no dia 7 de fevereiro e o objetivo é gerar economia, conforme o titular da pasta, Marcio Strassburger.
"Temos uma estrutura disponível e, a partir da análise, dos profissionais envolvidos com o Centro de Triagem no dia a dia, encontramos meios para que fosse possível fazê-lo aqui", explica ao Grupo JM.
O custo atual é de R$ 230 mil, por mês, com funcionários, estrutura, limpeza e vigilância. A expectativa é de reduzir de R$ 80 mil a R$ 100 mil com a transferência. O recurso oriundo da economia já tem destinação.
"Precisamos qualificar nossa rede de frios do município, que são as geladeiras próprias para guardar vacinas, que já tem um indicativo desde 2017, quando saiu uma portaria, e vamos encaminhar a compra de alguns desses conservadores", pontua.
Strassburger salienta que o prédio da SMS foi escolhido justamente por possibilitar o acesso ao Centro de Triagem independente do acesso à Secretaria ou à Unidade de Saúde do Centro, que fica no mesmo local.
Presidente da Amuplam, o prefeito de Coronel Barros, Edson Arnt sugeriu que os Municípios façam a compra de doses da vacina contra a covid-19.
"Não sei o quanto isso é possível de ser operacionalizado, porque o Ministério da Saúde já afirmou e reafirmou que está no Plano Municipal de Vacinação, de que se compromete a comprar todas as doses de vacinas aprovadas pela Anvisa. Até hoje, comprou todas. Caso o Ministério não compre, é outra situação. O Estado já se prontificou a comprar e a Amuplam pode fazer sua avaliação a respeito disso", pondera Strassburger.
Até o momento, o trabalho foi centrado na reorganização administrativa da pasta da Saúde; na transferência do Centro de Triagem e no processo de vacinação contra o coronavírus;  e na conclusão de diagnósticos da Atenção Básica.
"Não mudamos nada ainda. Primeiro, queremos debater as propostas com o Conselho Municipal de Saúde, levar à comunidade, para as pessoas entenderem o que estamos propondo como modelo de Saúde", conta, reforçando que uma das metas é o fortalecimento da Atenção Básica, já mencionado em entrevista anteriores. "Que o posto de saúde seja a referência do cidadão."
Também a redistribuição da população nas unidades de saúde do município, em função das mudanças ocorridas na Política de Atenção Básica, que irá refletir no financiamento ao Município por parte do Ministério da Saúde. "Para isso teremos que fazer alguns ajustes. Temos até abril para finalizar esse processo, a ideia é iniciar em fevereiro."
Outro levantamento é relativo ao quadro de médicos do Município - se houver vagas, o chamamento destes profissionais poderá ser ainda este ano. "Precisamos de gente, estamos com falta de pessoal significativa na Secretaria, para dar fluxo às demandas."


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