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Westphalen defende a vacinação contra covid

Postada 08/01/2021



Com forte atuação na área da saúde, o deputado federal gaúcho Pedro Westphalen (Progressistas)  irá trabalhar em três frentes principais, neste ano - a votação em segundo turno da PEC que aumenta em 1% o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que contribuirá com aumento na arrecadação dos municípios; a votação das reformas Administrativa e Tributária; e Saúde/ coronavírus - Westphalen integra a Comissão Externa de Combate ao Coronavírus e a Frente Parlamentar de Imunização.
"Estamos na segunda e terceira ondas mundial de covid, e não acaba nunca, se renovando no inverno Europeu. Em nosso País estamos batendo recordes em internações, tivemos um repique grande em função das eleições, em dezembro o maior número de mortes no Estado. O que era para ser simples realmente se vê que não é. A expectativa é preocupante com a rede hospitalar pelo que está por vir em função das aglomerações de final de ano."
Questionado sobre o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19, o parlamentar pontua que o governo federal erra e acerta, mas neste processo, o Brasil está atrasado. Entretanto, chama atenção que os laboratórios responsáveis pela produção das principais vacinas no mundo ainda não fizeram pedido para uso  emergencial ou de registro na Anvisa, o que é necessário para serem aplicadas.
Westphalen pondera ainda que países como a Argentina estão aplicando a vacina sem comprovação científica o que está provocando reações adversas, e é preciso ter cuidado para não cometer o mesmo erro. "A vacina, sem dúvidas, é a solução para esse processo, temos que desmitificar qualquer preconceito, porque a Anvisa é um órgão regulador nacional que está tendo todo cuidado", pontua.
Ele acredita que no final deste mês, início de fevereiro, a população brasileira comece a ser vacinada. “Um pouco atrasados, mas não com descuido e irresponsabilidade de fazer como a Argentina, de aplicar a Sputinik V, que pode ser boa, mas que não tem dados, e os relatos vindos são de que estão ocorrendo reações adversas, o que não acontece com as demais vacinas."
Ainda em entrevista ao Grupo JM, o progressista aproveitou para ressaltar a importância do setor primário que, conforme ele, segurou a crise que atingiu muitos países e, por isso, o produtor rural merece aplausos. Também pediu mais colaboração da população no combate ao coronavírus. 
"Peço às pessoas que compreendam que não devem fazer aglomerações, manter o afastamento social, usar máscara e álcool em gel, lavar as mãos. Enquanto não tivermos a vacina, a única prevenção é essas medidas."


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