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"A vida em minhas mãos" é a vencedora

Postada 25/11/2020



O Festival Nativista Canto de Luz - 9ª edição teve sua grande noite no último sábado. A composição A vida em minhas mãos, interpretada por Analise Severo, levou o troféu mais disputado da noite, o Canto de Luz, com letra de Alessandra e Tulio Souza e música de Diogo Matos. Na fase local, a grande vencedora, que levou o troféu Rio Ijuí, foi a composição Uma saudade, letra de Lauri Bussler, música de Joaquim Henrique Gatto e Regina Bólico, e interpretação do Grupo Vocal Querência.
Por conta da pandemia, a Sogi, palco do evento não pôde receber público. Lá estiveram apenas pessoas credenciadas pela organização e, cuja presença era imprescindível para a realização do evento e para levá-lo ao telespectador via internet. As três noites de programação estão disponíveis no canal do Festival Canto de Luz.
O prefeito Valdir Heck fez a entrega da premiação a todos os vencedores, de acordo com os quesitos previstos nos protocolos de saúde, com vistas à prevenção e combate ao novo coronavírus. Durante a entrega de prêmios usou luvas e máscara. Ele parabenizou a todas as pessoas envolvidas e que, de forma corajosa, tornaram possível a realização do festival. “Parabenizamos também a todos os intérpretes que se apresentaram e fizeram grande essa apresentação do Canto de Luz. Ijuí se orgulha em tê-los aqui”, afirmou o prefeito.
A edição do Festival foi realizada pela Associação Cultural Canto de Luz, Governo Municipal de Ijuí - por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo - e Impacto Desenvolvimento Cultural; patrocínio de Ceriluz; financiamento do Pró-Cultura - Governo do Estado do Rio Grande do Sul – e Governo Federal - Pátria Amada Brasil.
O 2º lugar na fase local que recebeu o troféu Rio Potiribú, foi a composição No esquivo Sol de Inverno, letra de Alexandre Giacomini e Celso Metzdorf, música de Celso Metzdorf, com interpretação de Nando Soares. O 3º lugar, com o troféu Rio Conceição foi a para a composição Tempo, letra de Nícolas Leal e Nilo Leal, música e interpretação de Nícolas Leal. 
Na fase local, o melhor arranjo vocal foi para Uma saudade, letra de Lauri Bussler, música de Lauri Bussler, música de Joaquim Gatto e Regina Bólico, interpretação do Grupo Vocal Querência. O melhor arranjo instrumental, que levou o troféu Mário Barros foi A vida em minhas mãos, letra de Alessandra Souza e Túlio Souza, música de Diogo Matos e interpretação de Analise Severo. O melhor instrumentista da fase local, que recebeu o troféu Jandir Gottschefski, foi Yuri Menezes; Instrumento foi violão e vocal da música O preço; Melhor indumentária Kayke Mello com a música A uma roda de carreta; música mais popular, Uma saudade; melhor melodia Pra colher aquela flor, música de João Paulo Deckert. 
Como melhor obra sobre orgulho gaúcho, a composição Sou Rio Grande, Letra de Vitor Fioravante Bertei e Dalvan Medina, música de Marcelinho Carvalho e interpretação de Nando Soares e Cristiano Fantinel. Melhor letra é a composição Espelho quebrado, de Adão Quevedo; Melhor interpretação foi de Joca Martins, com a música Pra colher aquela flor.
Na fase geral, o 2º lugar, que levou o troféu Colmeia do trabalho, foi Espelho quebrado, letra e música de Adão Quevedo e interpretação de Lú Schiavo. O 3º lugar, que levou o troféu Terra das culturas diversificadas, foi Adelante, letra de Cristiano Quevedo, música de Joca Martins e interpretação de Joca Martins e Cristiano Quevedo.


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