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Wagner chega e treina com o grupo do São Luiz

Postada 12/11/2020



Meia conversa com o técnico Antônio Picoli 

O meia Wagner, 29 anos, foi a novidade no treino do São Luiz ontem à tarde no Estádio 19 de Outubro. O jogador que disputou o Gauchão 2020 pelo Aimoré de São Leopoldo, anunciado como reforço na última terça-feira à noite, se apresentou e já iniciou os trabalhos com o elenco. O atleta que chegou a assinar com  o Avenida de Santa Cruz do Sul para jogar neste segundo semestre vinha atuando na equipe de futebol 7 do Peñarol em competições em Porto Alegre.Wagner disse que o acerto foi bem tranquilo. As ideias se encaixaram, ele está feliz em jogar no São Luiz e espera  dar o seu melhor e conseguir o objetivo do clube."Todo o jogador de futebol tem um sonho de jogar o Campeonato Brasileiro, independente da Série. A responsabilidade é muito grande, pois estamos representando o Rio Grande do Sul e Ijuí. Jogar uma Série D de Brasileiro é muito importante para mim e para a carreira. Somos privilegiados de estar aqui jogando essa competição. Temos que agarrar a chance da melhor maneira possível para darmos continuidade no trabalho do São Luiz e a gente seguir na competição", afirmou.Wagner lembrou que o Rubro tem três decisões nesta primeira fase e depende  de si para conquistar a classificação. Os clubes que estão acima do São Luiz na tabela terão confrontos diretos. O meia disse que sabe das dificuldades de o time vencer em casa, mas acredita que sábado começa a mudar essa situação."Vamos buscar a vitória que será importante para a sequência do time no Campeonato", comentou. O atleta frisou que nunca trabalhou com Picoli, mas conhece os trabalhos do técnico que é um grande profissional. Disse que teve um diálogo bem bacana com o treinador e espera retribuir com as vitórias dentro de campo e bom futebol, a confiança depositada pelo técnico.
Wagner iniciou a carreira de jogador com o técnico Jair Galvão no Santo Ângelo. Foi seu primeiro time profissional. O meia salientou que é muito grato ao treinador ijuiense que comandou o Rubro na conquista do Acesso em 2005.
"Tenho um enorme carinho pela família Galvão. Em 2015 a minha carreira deslanchou no Cruzeiro  de Porto Alegre na campanha do Gauchão. Surgiram  propostas de clubes da Série A, e o meu empresário optou pela Chapecoense".O meia reconhece que teve algumas polêmicas e uma delas em Caxias do Sul em um clássico do Caxias diante do Juventude, mas isso segundo ele, faz parte do passado. Lembrou que depois disso ninguém mais ouviu falar o seu nome em confusões. Disse que vai amadurecendo e aprendendo com a vida. Hoje o seu foco é dar o melhor pelo São Luiz.Wagner destacou que tem uma identificação muito grande com a comunidade de Chorão, interior de Ijuí. Foi seu primeiro time amador no município, onde teve muitas conquistas e depois jogou na Ponte Preta do bairro Assis Brasil, clube que está no seu coração para sempre. "É uma agremiação que me acolheu super bem, tenho muitas amizades em Ijuí graças à  Ponte Preta e à família Galvão. Sempre retribui da melhor maneira possível jogando e dando títulos para esse clube. Não posso esquecer também do Botafogo do bairro Alvorada onde joguei. O futebol amador ijuiense foi e ainda é muito importante para mim,  pois através destas competições conheci a cidade e fiz amizades, tendo o carinho dos torcedores", finalizou  Wagner.


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