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Ponte oferece riscos e comunidade solicita melhorias no local

Postada 08/10/2020



A situação da ponte, localizada na Rua 24 de Fevereiro, divisa entre os bairros Centro e São José, tem sido motivo de reivindicação por parte dos moradores há anos. A estrutura, que é feita de madeira, apodreceu com o passar do tempo devido à falta de reparos e manutenção, e começa a apresentar  rachaduras e ceder.
Segundo o morador Adelino Machado, a ponte foi consertada há cerca de cinco meses, mas está novamente se deteriorando. “A ponte está muito danificada e corre o risco de desabar. Aqui existe um fluxo muito grande de veículos, e isso agrava a situação. Além disso, uma de nossas vizinhas estava transitando pelo local a pé e acabou se machucando, ou seja, essa situação oferece risco não só para os motoristas, mas para os pedestres também.”
O morador Leandro Franke relatou que todos os vereadores já estiveram no local prometendo solucionar o problema, e que a reivindicação já foi protocolada na prefeitura, mas até o momento, nenhuma providência foi tomada. “Disseram que iam fazer a troca de madeiras, mas não adianta trocar as madeiras. Nós estamos no Centro, essa via já deveria ter sido duplicada e feita com outro material. Agora os vereadores têm vindo prometer resolver o problema, mas quero ver cumprir depois de passar o período eleitoral”, disse.
Franke informou, ainda, que devido à fragilidade da ponte que está prestes a ceder, o caminhão que realiza a coleta de lixo não passa mais pelo local, causando um transtorno para os moradores. “O problema é depois da ponte, que os moradores têm que se reunir e puxar o lixo para este lado. Os profissionais não têm tempo de ir, e o caminhão não cruza. A última vez que foi cruzar começou a rachar o resto da ponte.”
Franke salientou que a situação oferece risco, principalmente para crianças, pessoas idosas, e para aqueles que transitam pelo local à noite. “A ponte não oferece nenhuma segurança, tanto em sua estrutura quanto nas guardas, que também estão danificadas. Esse é um problema sério de mobilidade, mas parece que, enquanto não acontecer algum acidente grave, não será solucionado”, finalizou.


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