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Controle biológico cresce e ganha força

Postada 21/09/2020



Com o avanço da tecnologia, o agronegócio busca alternativas para viabilizar a atividade, a produtividade, dando segurança ao produtor e mantendo o equilíbrio com o meio ambiente. 
Uma das alternativas apresentadas é o controle biológico, que consiste no emprego de um organismo (predador, parasita ou patógeno) que ataca outro que esteja causando danos econômicos às lavouras. Trata-se de uma estratégia muito utilizada em sistemas agroecológicos, assim como na agricultura convencional que se vale do Manejo Integrado de Pragas (MIP).
Sócio proprietário da empresa Relva Comércio e Representações  e técnico agrícola, Vanderlei Juswiak explica que o controle biológico é alternativa para substituir progressivamente ou se aliar aos métodos já usados para ampliar a produtividade. "Temos muitos fertilizantes e minerais retidos no solo, que são essenciais para a planta, e que micro-organismos benéficos conseguem tornar disponível a um custo baixo, fazendo com que a gente consiga aproveitar essa reserva que está no solo, aumentando a produção e baixando o custo da implantação da lavoura."
Segundo Juswiak, hoje existem bactérias que fazem a síntese do nitrogênio; que aumentam o sistema radicular das plantas; que ajudam as plantas a reduzir o estresse de temperatura e falta de água; bacilos que controlam as lagartas e ácaros, principais pragas de culturas extensivas, hortigranjeiros, hortaliças e  frutas.
"Em todo esse universo de cultivo é possível usar essas ferramentas, que vêm se aliar a este modelo de produção que temos, e estamos tendo resultados muito expressivos e positivos na região, com produtores que estão realizando esta prática, mesmo com condições adversas de clima."


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