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Política

Burmann é contrário ao projeto de reforma

Postada 21/09/2020



O deputado Gerson Burmann (PDT) afirmou seu posicionamento contrário à reforma Tributária apresentada pelo governo estadual. Para ele, na prática, as mudanças significam um aumento generalizado de impostos.
Burmann defende que é necessário um novo modelo tributário para o Rio Grande do Sul, mas que leve em conta também as despesas públicas, e não apenas as receitas. “As mudanças no IPVA é um dos principais assuntos que estão sendo debatidos na Assembleia, com dificuldades de passar, mesmo com as últimas alterações. Não é justo que uma pessoa que só pode ter um veículo mais antigo pague mais caro por isso. O governo deveria cobrar nos barcos, aviões, lanchas e iates”, salienta o parlamentar, frisando que sua  posição é totalmente contrária ao projeto protocolado no parlamento.
Em entrevista ao Grupo JM, ele salientou que se trata de uma tentativa que o governo faz de recuperar as perdas que terá no fim do ano, quando as alíquotas de combustível, da eletricidade e das telecomunicações passarão por uma redução. "O governador protocola outro projeto, que se diz reforma Tributária, mas que é simplesmente um aumento de carga tributária de produtos que atingem toda a população. E é essa a contrariedade que nós temos.”
Burmann participou  do Programa Linha Direta da Rádio Jornal da Manhã acompanhado do deputado federal Afonso Motta , também do PDT, que falou de seu trabalho em prol do município e dos valores enviados para obras em infraestrutura e outras áreas na cidade.
O deputado integra a Frente Mista em Defesa do SUS. Para Afonso Motta, a Frente poderá atuar para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando  seu aperfeiçoamento e garantindo recursos suficientes para ampliar com qualidade o atendimento, e alcançando o objetivo de garantir um legado de avanço concreto e sustentável no setor após, a pandemia.
Motta reforçou a importância do auxílio emergencial para os informais afetados pela pandemia de covid-19. "Precisamos nos preocupar com a governabilidade econômica, pois temos pela frente um déficit de R$ 1 trilhão, um PIB negativo e milhões de desempregados. O auxílio emergencial mostrou que o número de pessoas desocupadas no País é muito maior do que todos acreditavam. Hoje temos 60 milhões de pessoas sem vínculo de trabalho efetivo, e todo esse processo vai precisar de ações pós-pandemia." 
Ele destaca ainda que o pleito de 2020 vem com características novas. Além do adiamento da data de votação, passando para 15 de novembro, o fim das coligações para vereador é uma mudança significativa. “A pandemia faz com que a campanha pelas redes sociais ganhe mais força."


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