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Ijuiense quer ser a Musa do Brasileirão

Postada 14/09/2020



Você se candidatou para representar o Grêmio no concurso Musa do Brasileirão. Está confiante de que conseguirá ser a representante do tricolor?
Eu estou confiante, sim, afinal, eu mesma tenho que me sentir merecedora desse título, e, embora todas as meninas que disputam comigo sejam lindas e supercapazes de representar o tricolor, acredito que me destaco por toda a dedicação, respeito e admiração, não de hoje, mas de sempre, que tenho pelo Grêmio. Além disso, a minha vontade de incentivar e encorajar outras mulheres a irem atrás e conquistarem seus sonhos, a minha luta em busca da aceitação, o respeito e do lugar da mulher dentro do futebol e estádio, fazem com que eu me sinta ainda mais merecedora. Luto por desmistificar o fato de que o futebol é apenas masculino, porque não é, esporte não tem gênero, e nós mulheres merecemos nosso espaço. Tendo isso também como um estopim para fazer com que eu me candidatasse, o apoio que eu venho recebendo faz com que eu me sinta muito confiante. Se eu puder, apenas com a minha participação conseguir atingir essas mulheres e inspirá-las, com certeza, saio muito mais vitoriosa.

Caso consiga, o que significará representar seu clube do coração?
Honra e orgulho. Poder representar o Grêmio vai muito além de apenas carregar comigo uma faixa e um título. É a oportunidade de poder expressar todo o meu amor e respeito. Representado em mim, e por mim em nome de todos os torcedores(as) gremistas.

Dos craques que um dia passaram pelo Grêmio, qual o seu maior ídolo?
Difícil encolher apenas um, eu tenho uma eterna admiração pelo Renato Portaluppi e Paulo Nunes, dois craques da história do Grêmio, e que pude acompanhar mais tarde. Hoje, levo Luan e Marcelo Grohe como eternos craques gremistas.

Qual o título do Grêmio mais especial para você?
O Mundial de 1983 será eternamente histórico para todo gremista, além do primeiro Gre-Nal da história, onde vencemos o Internacional por 10x0. Porém, para mim, a conquista do Tri na Libertadores de 2017 é o mais especial, por eu ter tido a oportunidade de acompanhar e ver o meu Grêmio ser pela terceira vez campeão da América.

Qual o seu momento mais triste como torcedora? O que sentiu?
O jogo contra o River Plate na semifinal da Libertadores de 2018, onde perdemos de virada, 2x1, em uma penalidade cometida pelo Bressan, o que resultou na nossa eliminação e consequentemente a perda da chance de disputarmos o Tetra da Libertadores contra o Boca Juniors.


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