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Economia

Queda na arrecadação é desafio para prefeitos

Postada 07/07/2020



Amanhã, às 19h, acontece a solenidade de posse do novo presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Maneco Hassen - prefeito de Taquara. O ato será transmitido nas redes sociais da Federação. 
"O desafio tem sido diário, desde o início da pandemia, temos tratado com o presidente [Eduardo Freire], lado a lado, buscando orientar os municípios, nesse momento difícil, dialogando com o governo do Estado, com Assembleia Legislativa e o Ministério Público. É, sem dúvida alguma, o pior momento, nos 44 anos da Famurs. Teremos que ter muita responsabilidade, diálogo e muito trabalho para superarmos os desafios que essa pandemia está nos impodo e, também, não ficarmos somente nesta pauta, porque precisamos atualizar, qualificar e melhorar a parceria que a Famurs tem, e deve ter cada vez mais, com os municípios gaúchos", destacou o presidente Hassen, ao Grupo JM.
Em um período que exige adaptação de todos e desafia principalmente os gestores públicos, Hassen assume a presidência da Famurs com foco na valorização dos municípios.
"Em todos os momentos de crise quem segura as pontas é quem está mais perto da população, que são os prefeitos e as prefeitas. Essa pressão que há de abre ou fecha, essas eventuais divergências entre alguns prefeitos e algumas lideranças sobre esse tema nada mais é do que o reflexo dessa proximidade com a população. A característica de cada cidade e de cada região acaba aflorando em uma hora dessas por conta da proximidade dos líderes municipais. Não é só uma questão de gestão. O prefeito e a prefeita são cidadãos na cidade no dia a dia. É diferente de outros poderes e de outras instituições", afirma.
O presidente discorda do debate em torno das bandeiras, que considera exclusivamente a ocupação dos leitos de UTI. "Todos os municípios do Interior e boa parte da Região Metropolitana de Porto Alegre não têm condições de ter leitos de UTI. E os que têm não têm condições de mantê-los sozinhos. Os hospitais enfrentam dificuldades enormes de financiamento. A maioria está devendo recursos e enfrentando dificuldades. Enquanto isso, o governo do Estado deve mais de R$ 500 milhões em recursos para a área da saúde."
Ontem, Hassen definiu parte dos integrantes do primeiro escalão de comando de sua gestão. Filiado ao PT, ele convidou nomes ligados ao partido para assessorá-lo. A coordenação-geral da entidade ficará a cargo de Márcio Espíndola. 


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