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Economia

"O ano não está perdido", afirma Koch

Postada 25/06/2020



Mesmo tendo o mês de abril registrado a pior queda da história nas vendas do comércio varejista do Rio Grande do Sul, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch, afirma que o ano não está perdido.
"Tínhamos a expectativa de um ano muito bom, mas acabou batendo na trave, porém, não damos o ano por perdido. Embora no mês de abril tivemos redução de vendas em relação ao ano passado seguimos na peleia."
Koch destaca que a gravidade dos indicadores apontam que a queda das vendas ocorreu exclusivamente em função das determinações do governo estadual e de vários municípios de fechar a maioria dos estabelecimentos comerciais, dentro de uma equivocada estratégia de combater a pandemia do coronavirus no Rio Grande do Sul. "O poder público deveria chamar pessoas que estão ativamente dentro de um setor, que conhece ele, para tomar algumas decisões, porque se estendêssemos melhor a forma de elaboração do decreto poderíamos ser formadores de opiniões, pois nós estamos em contato direto com a população. Nós, comerciantes, somos o duto que escoa a produção, e somos agentes sociais, pois vendemos a prazo, com nossos recursos. A maioria dos pequenos tem a modalidade do carnê. Temos uma atividade muito importante, que agora é cerceada." 
Com relação aos indicadores a serem apurados sobre as vendas em maio deste ano, a FCDL-RS acredita que  deverão ser um pouco melhores. A comercialização de produtos, provavelmente, será maior do que a registrada em abril deste ano, em função da flexibilização do distanciamento social em várias cidades gaúchas. 


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