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Governo detalha plano de ação ao Corede

Postada 23/06/2020



Integrantes do Corede Noroeste Colonial estiveram reunidos ontem, via internet, e debateram com o secretário de Governança e Gestão Estratégica do Rio Grande do Sul, Claudio Leite Gastal, sobre as questões socioeconômicas durante e pós a pandemia de Covid-19.  A mediação contou com o presidente do Corede, professor Nelson Thesing e o ex-presidente e coordenador do Programa de Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento da Unijuí, professor Sérgio Allebrandt.
Gastal detalhou as medidas que o Estado tem adotado para conter os impactos da Co-vid-19 tanto no setor econômico quanto na saúde. Ele reforçou que não existe uma dicotomia entre salvar vidas e economia e reafirmou que ambas são importantes neste momento. "Nossos esforços foram para preservar a vida, e estruturamos todo o governo para isso", disse.
O governo criou cinco eixos dentro desse processo: colaboração, políticas sociais, saúde, segurança pública e atividade econômica. 
O secretário ressaltou que agora o Estado precisa voltar a atuar. Entretanto, os processos ainda estão sendo avaliados e cita, como exemplo,  a Consulta Popular, que deve ser retomada, mas dentro de um novo "Normal". 
Para a retomada da economia, Gastal ressaltou as três linhas de atuação que o governo tem ado-tado, que passam pelas mudanças no setor tributário, de logística e da burocracia. Nesses itens, ele reforçou os programas implantados pelo governo de Eduardo Leite para reduzir o número de decretos e a continuidade das privatizações de estradas estaduais e de companhias, como CEEE e a Sulgás.
Questionado sobre quais ações o governo estava fazendo para para amenizar os impactos da pandemia nas micro e pequenas empresas e informais, o secretário disse que o governo tem debatido para que o Banrisul crie um  programa de microcrédito a  2%, e com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) um  programa de crédito para informais, alinhado ao projeto de economia solidária. "Claro que nós temos limites orçamentários, ou quase nenhum, e por isso estamos vendo essas possibilidades de crédito para injetar recursos no mercado", ressaltou.


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