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Agronegócio amplia sua participação na Expo-Ijuí/Fenadi 2019

Postada 02/09/2019



Depois do salto propiciado pelo desenvolvimento no campo, o Brasil deixou a posição de importador de alimentos para se tornar um dos mais dinâmicos produtores e exportadores de produtos da agropecuária do mundo. Nas últimas quatro décadas, a produtividade brasileira cresceu muito acima da americana. Nesse período, a produção de grãos saltou de 40,6 milhões para 237,8 milhões de toneladas, contribuindo para garantir o equilíbrio da balança comercial do País.
Na vanguarda da produção mundial, o agronegócio se destaca em todo o País e exige cada vez mais espaço. Conhecedor deste cenário, o vice-presidente da Expo-Ijuí e coordenador da Comissão do Agronegócio, André Bigolin, não tem medido esforços no resgate e fortalecimento da participação do agronegócio na feira. Para tornar isso possível, a articulação com o poder público foi fundamental, a partir das melhorias na infraestrutura da área destinada ao setor.
"Chamamos o prefeito, Valdir Heck, que prontamente  aceitou esse nosso pedido de melhorarmos a área para trazer novamente as empresas, e estamos com as obras bastante adiantadas, chegando à fase de finalização", comentou, em entrevista ao Grupo JM, ontem.
Todos os espaços foram comercializados, inclusive algumas empresas acabaram ficando de fora, em função da limitação da área. "Até provoquei o presidente da ACI, Nilo Leal, de que iremos deixar um bom problema para ele na edição de 2020, que será o de achar uma forma de ampliar ainda mais o espaço do agro, porque há empresas que sinalizaram o desejo de voltar neste ano, mas não tinham em sua programação orçamentária, a participação na Expo-Ijuí. Dentro desta proposta de trabalho, de uma feira de negócios com ênfase no agro, se propuseram e estão alocando recursos em seus orçamentos para investimentos em feiras, a participação na Expo-Ijuí 2020", afirma. 
Além disso, Bigolin, juntamente com a presidente da Expo-Ijuí, Nadine Dubal, trabalhou na busca de linhas de crédito diferenciadas para a feira. "A Nadine liderou esse trabalho, e ao lado do diretor da ACI, Ricardo Santiago, visitou os agentes financeiros principais, ligados ao agro, e todos aceitaram nossa proposta, de criar linhas especiais para a feira, e, sim, todos nossos agentes financeiros estarão presentes. Inclusive, um deles não estava participando com estande, agora, além de participar neste ano, fez questão de montar seu espaço junto às empresas do agronegócio. Essa é outra proposta, e desafio, que ficará para a frente de outras feiras, e também uma possibilidade de os agentes financeiros se aproximarem ainda mais daquele espaço."
Para o vice-presidente, a edição de 2020 terá presença ainda mais forte do agronegócio, com a participação das principais empresas da área. "Fizemos questão de visitar cada uma, desde máquinas e implementos a caminhões, e todas relataram que, dentro desta filosofia, deste formato desejado para a feira, têm interesse em participar, e colocar em seu orçamento para 2020 a participação. O que será o ponto chave para ter essa dimensão, é onde alocaremos essas empresas, precisaríamos quase duplicar a disponibilidade que temos hoje, para que isso seja possível. Com a participação dessas empresas, não tenho dúvidas que em 2021 teremos uma feira reconhecida em todo o Estado, como um lugar de fechar negócios."


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