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Saúde

Medicina Nuclear tem mantido a média de 600 atendimentos ao mês

Postada 02/09/2019



Inaugurado em 2013, o serviço de Medicina Nuclear é relativamente novo no Hospital de Caridade de Ijuí (HCI). Um pouco diferente das demais especialidades ofertadas pela instituição, ela se baseia na aplicação de alguns insumos radioativos, denominados radioisótopos, para realização de exames de imagem e também terapias. “Esses isótopos têm algumas particularidades, permitindo que sejam empregados no tratamento de algumas neoplasias”, explicou o médico Michel Bueno.
O especialista explica que o carro-chefe da Medicina Nuclear sempre foi a prática de exames de imagem, sendo que, hoje, a maioria envolve exames de coração, para pacientes que têm suspeita de doença coronariana e risco de desenvolver infarto no futuro, além de pacientes que estão em estadiamento oncológico. “Os pacientes que descobrem uma neoplasia vêm até o serviço de Medicina Nuclear para saber qual o grau de disseminação que essa doença se encontra no organismo”, explica Michel.
Nos últimos oito meses, o setor registrou uma média de 600 atendimentos ao mês. À unidade, são encaminhados pacientes de 120 municípios da região Noroeste. Segundo Michel Bueno, a Medicina Nuclear do HCI não deixa a desejar se comparada aos serviços da Capital, Passo Fundo e Santa Maria. “Contamos com equipamentos modernos e com uma equipe  que está sempre atenta ao que está surgindo no mercado. A nossa perspectiva é que, num  futuro próximo, possamos ter um equipamento para realização dos exames PET/CT.”  Nesta semana, a diretoria do HCI esteve reunida com o vice-presidente, Hamilton Mourão, e o pedido para o tomógrafo foi realizado.


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