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Rural

Abertura de novos mercados desafia País

Postada 27/08/2019



Apesar da recente liberação do mercado chinês para produtos lácteos brasileiros, o Brasil precisa ter uniformidade de produção e qualidade constante para acessar esses novos clientes. A posição foi defendida pelo chefe do serviço de inspeção federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Leonardo Isolan, durante debate, no fim de semana, na Expointer.
Em entrevista ao Grupo JM,o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, pontuou que a liberação de importação de queijo e leite em pó da Europa, por meio do acordo firmado entre Mercosul e União Europeia, preocupa o setor. "É mais produto que vem da União Europeia. Claro que vai demorar, mas vai chegar e deveremos estar preparados, sermos mais competitivos, e saber o que cada um tem que fazer para que possamos nos manter nesse mercado globalizado e muito concorrido."
Guerra frisa que as novas normativas do leite são um facilitador para a exportação, mas cabe ao setor cumprir as exigências do Ministério da Agricultura para estar apto à exportação. "Ainda somos um país muito mais importador do que exportador. Isso ocorre porque não somos competitivos", frisou, acrescentando que a entrada no mercado Chinês também depende de um trabalho voltado especificamente para isso, com conhecimento, por exemplo, da cultura chinesa, suas normas sanitárias e formas de proteção do produtor. 
Nesta semana, representantes do setor deverão entregar à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, sugestão de programa voltado ao escoamento de produção, incentivando a saída de produtos do País, e aliviando a pressão no mercado, que tem prejudicado a indústria e o produtor, que está com a margem apertada, praticamente trabalhando no negativo.


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