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Ceriluz recebe convidados em data especial

Postada 09/07/2019



A Ceriluz recebeu convidados na manhã de sábado, na área da barragem da PCH Sede II Centenária. Associados, autoridades, lideranças e imprensa visitaram as obras da usina, em andamento na Linha 4 Leste - estrada de acesso ao Parque de Exposições Wanderley Burmann.
A programação, que marcou o Dia Internacional do Cooperativismo, teve início com um café da manhã, na Casa Histórica. Logo depois, os convidados visitaram a área da barragem, o canal adutor, o Moinho Waslawick e a casa de máquinas.
Ao saudar os visitantes, o presidente da Ceriluz, Iloir de Pauli, destacou que o objetivo é a produção de energia elétrica, uma forma de torná-la mais rentável tanto para o associado quanto para a cooperativa, revertendo o processo de compra de energia.
"Estamos mostrando a evolução de uma grande obra para uma cooperativa de energia elétrica que tem por objetivo principal o foco de distribuir energia de qualidade", disse Iloir, lembrando que a Ceriluz recebeu o prêmio de melhor distribuidora do País. "Vamos gerar energia, e com isso no futuro será possível controlar o preço que é pago pelo associado."
Segundo ele, já se passaram 20 anos desde que a Ceriluz criou o primeiro projeto voltado à geração própria de energia elétrica, a Usina Nilo Bonfanti, situada no rio Buricá, em Chiapetta. 
“Com o tempo fomos pegando experiência, o que faz com que, na metade dessa obra, já tenhamos certeza de que no final, lá no painel aonde aparece de fato a geração de energia, iremos gerar toda a energia necessária para o desenvolvimento da cooperativa, principalmente, em toda sua área de atuação.”
A projeção do presidente é de que, entre 10 e 13 anos, a usina esteja paga. Com isso, o retorno financeiro permitirá à cooperativa realizar investimentos para além da energia.
“Levar encontros, palestras e internet a nossos associados. Levar a fibra ótica para que todos, igualmente, como sempre fizemos, com todo o associado tendo os mesmos direitos, recebam uma fibra ótica de qualidade, para que possam continuar a se desenvolver, fazendo com que os filhos também encontrem possibilidades de se desenvolverem no meio rural. [Vamos] Gerar energia, distribuir energia, mas o objetivo é fazer com que o associado seja o grande beneficiado.”
Iloir destacou ainda que trata-se de uma obra silenciosa, que conta com um túnel adutor de dois quilômetros, que leva a água à Casa de Máquinas. “E que tem outra função que é fundamental. Se não fosse o túnel, teríamos que fazer uma grande barragem, com a inundação de 150 hectares de área de mata nativa e praticamente urbana de Ijuí. Então, iremos gerar sete mega, sem fazer essa inundação, é uma obra bem planejada e, com certeza, estamos preservando o meio ambiente, gerando energia sem agredi-lo, com um pequeno desvio do rio.”
Além disso, Iloir pontua que para construção da Usina RS-155, terceira PCH da cooperativa, foram necesssários R$ 50 milhões. Já na construção da PCH Sede II Centenária, o orçamento deve girar em torno de R$ 40 milhões.


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