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Polícia

PRF aguarda reposição de efetivo de policiais

Postada 03/06/2019



A Polícia Rodoviária Federal tem chamado atenção para o déficit de pessoal. A falta de servidores chega a quase 8 mil em todo o País. São pouco mais de 10 mil policiais, quando o ideal seria 18 mil para a toda a corporacão. 
Essa falta de profissionais também é sentida na 10ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (DPRF) de Ijuí. 
“Em termos de efetivo, mão de obra humana, assim como as demais instituições, carecemos sim de buscar um incremento neste sentido”, afirmou chefe da 10ª DPRF de Ijuí, Vilmar Keske, em entrevista ao Grupo JM. 
Ele disse ainda que este problema não é apenas uma particularidade 10ª Delegacia, como também não é um desafio apenas da Polícia Rodoviária Federal a necessidade de acréscimo de efetivo.
No entanto, Keske acredita que entre os meses de agosto e setembro deva iniciar um curso de formação de novos policiais, que contemplaria 500 vagas e que está sendo buscado junto ao Ministério da Justiça ampliação desse número de vagas. 
Mas não somente suprir o déficit de policiais que a Polícia Rodoviária Federal precisa. Muitos postos estão precisando  melhorar a infraestrutura. Nesta semana, a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) anunciou que irá realizar investimentos em melhorias nos postos localizados em diversas regiões do Estado do Rio Grande do Sul, como nos municípios de Pelotas, Uruguaiana e Rio Grande. A 10ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal não foi contemplada.
No entanto, Keske explica que anualmente a instituição possui uma lotação orçamentária para fazer investimentos em estrutura predial e como na região as delegacias de Ijuí e Cruz Alta houve a construção de novas unidades operacionais em 2017 e 2014, respectivamente, neste momento “não fomos agraciados com investimentos em infraestrutura predial, já que elas estão a contento”.
No entanto, a 10ª Delegacia precisaria da construção de um prédio novo para abrigar a parte administrativa do posto e que busca alternativas para a construção no novo espaço. “Vamos trabalhar outros meios, tanto financeiros quanto de outras searas para construirmos uma unidade de operação administrativa. Também necessitamos de investimentos de garagens para viaturas e parti-culares na unidade operacional de Cruz Alta”, destaca.
Sobre a questão de viaturas, Keske afirmou que neste momento a demanda está sendo suprida pelos veículos que estão disponíveis. 


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