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Biólogo orienta sobre quedas de árvores

Postada 10/01/2019



Ijuí é considerada uma das cidades mais arborizada do Estado, o que dificulta a fiscalização de todas as árvores diariamente. Neste caso, cabe também ao proprietário o acompanhamento da arborização que compõe sua propriedade, e ao perceber qualquer alteração, ou tiver algum receio, entrar em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA), que irá realizar vistoria no prazo de até dois dias úteis.
"Se não for no mesmo dia, fazemos no dia seguinte, para avaliar a saúde da árvore, se há algum motivo de preocupação ou não", explica o biólogo da SMMA, João Pedro Gessing.
Ele chama atenção para a necessidade de a comunidade distinguir as situações ocasionadas por eventos climáticos daquelas consideradas normais, quando se trata da queda de árvores no perímetro urbano.
"Também tem que destacar que a gente ignora, muitas vezes, que uma árvore que tomba em um evento climático é a maior prejudicada, porque acaba perdendo a vida e sendo removida do local", comenta. "Cria certa animosidade por aquela pessoa que, de repente, tem uma perda patrimonial, mas, a gente não vê uma crítica tão grande em relação aos acidentes de trânsito, que são diários, e que geram danos ao patrimônio, à vida, diariamente na cidade."
Neste sentido, o biólogo pede discernimento por parte da população, em compreender que as quedas são resultantes de eventos climáticos e, portanto, não podem ser previstas.
"Quando ocorre um evento como esse, o fator aleatório conta muito. A secretaria faz a vistoria das árvores, e sempre que constata qualquer indício de podridão, de plantas parasitas, de necrose, de risco de queda, qualquer situação que possa representar risco de tombar, não encaramos de forma leviana, tomamos todas as atitudes necessárias", pontua, acrescentando que um vendaval pode resultar no tombamento de uma árvore sadia. "Não existe, muitas vezes, como prever algo que aconteça desta maneira."
João Pedro orienta que a comunidade entre em contato com a SMMA, sempre que houver dúvidas, pelo telefone 3332 9384. 
"Hoje, a maior demanda, na parte da arborização, é a substituição da canela doce, uma espécie inadequada para passeio público, porque gera muitos transtornos de raízes, característico da espécie."


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