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Saúde

HCI avalia ano e projeta inovações para 2019

Postada 02/01/2019



O presidente do Hospital de Caridade de Ijuí (HCI) aproveitou os últimos dias do ano de 2018 para fazer um balanço das atividades do maior prestador de serviços ao Sistema Único de Saúde da região Noroeste. Ele começa pelos ajustes de processos e muito controle por todos os setores do hospital, tendo também grande engajamento dos profissionais e também do Corpo Clínico, buscando o mesmo objetivo: o equilíbrio econômico do HCI. Com os ajustes e parcerias, algumas reformas foram realizadas, com destaque para as adequações da hemodiálise, saúde mental, pediatria, oscopias e ainda da nova área da unidade de faturamento.
“Tivemos um segundo semestre de muitos problemas. Os atrasos da Secretaria Estadual da Saúde  sempre aconteceram, mas agora agravado pela remodelação do IPE Saúde e os atrasos dos pagamentos deste, que refletiram diretamente no nosso fluxo de caixa”, explica.
Mas os desafios foram recompensados. O constante investimento  em educação continuada e a consequente valorização do  colaborador resultaram em mais uma premiação ao Top Ser Humano, maior prêmio da área de gestão conferida pela Associação Brasileira de Recursos Humanos-ABRH/RS.  Outro ponto destacado é o trabalho de diagnóstico situacional realizado pelo Hospital Sírio Libanês de São Paulo, patrocinado pelo Banrisul e que será apresentado  no mês que vem, em janeiro, que servirá de norte para adequação de processos.
“Temos um cuidado muito grande com a gestão do hospital, tanto é verdade que vamos ter um segundo diagnóstico, ou seja, uma nova consultoria, desta vez do Hospital Albert Einstein, também de São Paulo, através do Ministério da Saúde, com o intuito de melhorar o sistema de gestão dos hospitais que atendem o Sistema Único de Saúde”, disse Martins.
O HCI segue referência na Alta Complexidade, principalmente na oncologia e cardiologia, sendo referência para 120 munícipios da macrorregião missioneira, em uma população estimada em 1,5 milhão de pessoas.  
Para 2019, duas novidades altamente positivas, que são investimentos na área tecnológica, com aquisições de um aparelho de ressonância magnética e outro de um segundo angiógrafo, que faz os procedimentos de cateterismo e angioplastia no Instituto do Coração, que somam R$ 9 milhões, fora a infraestrutura para a colocação destes equipamentos, que necessitam de mais de R$ 4 milhões.
Para o ano que vem, outro ponto importante é a participação dos municípios na complementação do financiamento do Estado, que possibilitará o credenciamento de novos serviços como traumatologia de média e alta complexidade, oftalmologia e Acidente Vascular Cerebral-AVC.
Outro desafio para 2019 é a pactuação da contratualização com o SUS e a forma de remuneração do convênio com o IPE Saúde.


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