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Prédio da CPA ficará pronto até maio de 2019

Postada 26/12/2018



A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) atua em cinco focos: proteção animal, fiscalização ambiental, educação ambiental, licenciamento e gerenciamento de resíduos. Para o próximo ano, o orçamento da pasta será de R$ 12,5 milhões - parte desses recursos é oriunda da taxa de lixo paga pelo contribuinte.
Neste ano, a SMMA recebeu do Estado, o antigo prédio da Fepagro, que irá abrigar a Coordenadoria de Proteção Animal (CPA). A reforma do prédio foi licitada na última semana, e a previsão é de que entre em funcionamento em maio do próximo ano.
Titular da pasta, Antenor Weiller conta que hoje há dificuldades em realizar fiscalização em função do déficit de fiscais no quadro de funcionários. "No próximo orçamento, tenho recursos para contratar dois fiscais que irão ajudar muito na questão da deposição irregular de resíduos, e na autuação. Temos a necessidade de criar os cargos, e neste sentido, mandaremos à Câmara  de Vereadores, e há uma previsão do Município de fazer uma seleção até abril." 
Em relação à educação ambiental, a SMMA conta com a Coordenadoria Socioambiental, que atua diretamente junto às associações de moradores e empresas, realizando ações voltadas à compostagem de resíduos domésticos, com intuito de reaproveitar os materiais gerados nas residências, sendo transformados em adubos para hortas e flores. "Também temos feito ações educativas na separação dos materiais, para ampliar o volume de recicláveis."
Em 2019, a Secretaria irá reforçar as ações de limpeza nos bairros, em função da expressiva quantidade de depósitos de lixo clandestinos. "Existem algumas pessoas que são geradoras disso.Estamos montando uma lei e vamos fazer o controle. Tenho um levantamento, de que 90% dos resíduos descartados indevidamente são de carroceiros, pessoas que fazem desta atividade uma forma de subsistência, mas o cidadão precisa entender que essa pessoa com a carroça, não tem o local para destinar, ele vai andar, e no primeiro buraco que encontrar, irá derrubar, então, as pessoas, indiretamente estão contribuindo com isso, quando realizam a contratação. Não posso martirizar que somente os cidadãos [carroceiros] são responsáveis, mas são corresponsáveis os que contratam também."


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