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Saúde

Combate ao Aedes aegypti é intensificado

Postada 06/12/2018



Ontem pela manhã, a Secretaria Municipal de Saúde promoveu um encontro de sensibilização para agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias, com vistas à intensificação do trabalho de eliminação do mosquito Aedes aegypti – responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya.
“Este é um momento importante para fazermos um trabalho de sensibilização, e para que possamos intensificar o trabalho de conscientização com a nossa comunidade. Estamos próximos do início do verão, com dias mais quentes, dias de chuva, que colaboram para a proliferação do mosquito. Há um período de três, quatro meses, que precisamos redobrar a atenção”, destacou o secretário municipal de Saúde, Josias Pinheiro.
Aos agentes, foram entregues novos uniformes. No Município, segundo Josias, também será reativado o comitê de combate, buscando mobilizar agentes públicos para que sejam fiscais em seus locais de trabalho. “Nós temos 130 agentes atuando, mas sabemos que eles não têm condições de olhar tudo. Com a reativação do comitê, iremos definir ações com as instituições, porque entendemos que esse trabalho não depende do poder público, mas de toda a comunidade”, frisou o secretário, lembrando da importância de os cidadãos vistoriarem seus pátios, em busca de possíveis criadouros.
Em contato com o Grupo JM, o coordenador da Vigilância Ambiental, Rinaldo Pezzetta, destacou que o trabalho de prevenção acontece o ano todo, mas será intensificado agora. “Faremos o recolhimento de materiais, como já vem acontecendo, e também queremos implantar o Projeto Bom Exemplo, incentivando que nenhum prédio público tenha criadouro do mosquito”, disse.
Conforme informações do Sistema do Programa Nacional do Controle da Dengue, do Ministério da Saúde, Ijuí já eliminou, de janeiro a novembro deste ano, 32.962 depósitos que poderiam servir de criadouros. Também, 5.342 depósitos receberam tratamento químico com larvicida. “Isso acontece quando não é possível eliminar o depósito, a exemplo de caixas d’água e poços”, explicou Pezzetta. Atualmente, o índice de infestação na cidade é de 0,81% - sendo que, para o Ministério da Saúde, o ideal é que o percentual fique abaixo de 1%.


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