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Candidatura de Sartori é competitiva, diz Alceu

Postada 23/07/2018



No dia 5 de agosto, o MDB do Rio Grande do Sul realizará sua Convenção Estadual, no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa. Nesta data, serão oficializadas as candidaturas das chapas majoritária e proporcional. O colégio eleitoral é formado por 450 delegados titulares e pelos 71 membros do Diretório Estadual, entre os quais, parlamentares.
Em entrevista ao Grupo JM, o presidente estadual do partido, deputado federal Alceu Moreira, destacou que o nome de José Ivo Sartori deve ser confirmado como candidato à reeleição. “É uma candidatura que se notabilizou pela seriedade, pela sinceridade em dizer que não dá para continuar com este Estado que tem uma quantidade enorme de penduricalhos. Estamos confiantes que temos uma candidatura competitiva, com respeito aos adversários”, destacou.
Sartori, segundo Alceu Moreira, ia chegar ao final de seu mandato com R$ 28 bilhões de déficit. No entanto, segundo ele, conseguirá chegar em R$ 5 bilhões. “Ele está no caminho para equilibrar as contas, mas não fazendo empréstimo de agiota para pagar com cheque especial. Está cortando na carne, diminuindo despesas e aumentando receitas. É só a população dar a possibilidade de elegermos uma bancada que nos dê sustentação política para que a transformação ocorra , para que o Estado imediatamente se modernize e tenha condições e de equilibrar as contas”, disse.
O presidente do MDB critica o “raciocínio populista” de alguns partidos – que, segundo ele, mesmo sabendo que a população não pode pagar pelos prejuízos  do privilégio corporativo, ainda mantêm seu discurso. “Foi assim como o pedido para alienar a CEEE. Será que o povo gaúcho, que paga a luz para a RGE, está disposto a pagar R$ 1 bilhão em prejuízos da CEEE, por ano? Será que o Estado tem que continuar vendendo carvão, gás ou cuidando de zoológico? Tenho a impressão que não”, afirmou, referindo-se à tentativa do governo do Estado em privatizar a CEEE, CRM e Sulgás. 
Ao justificar as atitudes tomadas por Sartori, Alceu diz que “não é possível gastar milhões de reais para ter uma TV e uma rádio que ninguém ouve”, aprovando a extinção da Fundação Piratini, responsável pela TVE e FM Cultura. “Não é porque somos contra as fundações. Mas precisamos escolher entre cuidar da saúde ou delas”, reforçou.


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