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Coluna Armindo Pydd

Publicada 23/10/2017

QUEDA DO OCIDENTE

**Camile Paglia, escritora e debatedora comentou as atuais discussões sobre a “ideologia de gênero” e chegou à conclusão de que o que realmente se deseja é a desvalorização do homem. No final quando catástrofes naturais ou artificiais ocorrerem e voltarmos à total falta de recursos modernos, o que vai ocorrer? Vamos precisar de novo do homem como caçador e coletor enquanto crianças e mulheres ficarão abrigadas em cavernas.
**Está nos documentos fundadores do comunismo de Karl Marx e também nos ensinamentos de Gramsci. Este por sinal está muito atual pois ensina como implantar as ideias de Marx sem revolução armada. Aí entra a atuação na educação e em especial na família. A família seria o sustentáculo do capitalismo e assim é preciso destruí-la.
**Setores do catolicismo e das igrejas evangélicas estão vendo cada vez mais a necessidade de unir forças. Trata-se de fazer a defesa da família judaica cristã ocidental que está sofrendo ataque diário. Quando se comemora os 500 anos da reforma de Lutero este movimento de aproximação é muito importante e necessário.
**“Os pais têm fundamental importância em demandar educação para suas crianças. Aqueles que mantêm seus filhos afastados do estudo provocam um grande prejuízo assassino no mundo inteiro. O governo que der um ducado para a guerra deve dar 100 ducados para a educação”. Palavras de Lutero há 500 anos. Sua reforma foi muito além da religiosa. 
**Durante certa época países e regiões dominadas pelo islamismo tiveram mais de 1 milhão de escravos brancos. Isto foi no passado. Aliás, a palavra vem de “eslavo”, portanto branco. E mais, o maior traficante de escravos foi um negro brasileiro que se estabeleceu no atual Benin. Mesmo nos EUA havia escravos brancos. Tudo isto é muito pouco divulgado.
**Após ter um trabalho como secretária num sindicato de S.Bernardo do Campo onde conheceu seu marido [sic], a falecida primeira dama Marisa, foi sempre dona de casa. Agora aparece a relação de seus bens no inventário. São mais de 11 milhões que compunham o seu patrimônio.
**Nunca é demais falar da importância das etnias de Ijuí. Sua consolidação nos levou a um diferencial no Brasil inteiro. Graças a elas temos um envolvimento de tanta gente voluntária e a criação de centenas de empregos, mesmo temporários. E também por causa delas os projetos de apoio na área cultural têm sucesso nos setores públicos e privados. É preciso preservar tudo o que já conquistamos e avançar mais.

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